Polícia mantém caçada, mas não descarta morte do pistoleiro contratado para matar dentista
O crime aconteceu no dia 12 deste mês e teria sido encomendado por outro vilhenense - Foto: Reprodução

Por telefone, o FOLHA DO SUL ON LINE conversou, na manhã desta quarta-feira, 31, com um dos militares envolvidos na caçada ao pistoleiro Maico da Silva Raimundo, apontado como autor dos disparos que mataram o dentista vilhenense Clei Bagattini.
O crime aconteceu no dia 12 deste mês e teria sido encomendado por outro vilhenense, contratante do matador. A motivação do assassinato, no entanto, segue em sigilo para não atrapalhar as investigações.
O oficial da PM ouvido pela reportagem disse que Maico, que tem parentes em Monte Negro, possui experiência em sobreviver em regiões inóspitas, já que se criou em sítios, acostumado a caçar e pescar. Ele é, na definição do militar, “um mateiro”. As buscas prosseguem.
